O pedido de transparência no inquérito policial que investiga o assassinato da menina Beatriz, em uma escola de Petrolina, no Sertão do São Francisco, foi o foco do pronunciamento que abriu a Reunião Plenária, nessa quinta. O deputado Edilson Silva, do PSOL, disse que a solicitação foi da própria mãe da garota. Ele denunciou irregularidades no caso de Beatriz, que foi assassinada a facadas, em dezembro de 2015, aos sete anos. “O que Lucinha Mota está pedindo, tão somente, é transparência. O inquérito policial não está disponível para a família. Eu consultei alguns advogados e me disseram que isso está irregular.”
E na última Reunião Plenária antes do segundo turno das eleições presidenciais, a deputada Teresa Leitão, do PT, pediu o apoio dos eleitores de Fernando Haddad para reverter a vantagem do candidato Jair Bolsonaro, que lidera as pesquisas de intenções de voto. “Tudo o que deveria ser um programa de governo do Jair Bolsonaro é uma tese de ataque à democracia. Na situação atual, votar em Haddad é fundamental, mas é pouco. Se você não é um militante, se você não quer ir para a rua, pelo menos no seu ciclo de amizade reverta um voto.”
O líder do Governo na Casa, deputado Isaltino Nascimento, do PSB, também se posicionou a favor de Fernando Haddad. Ele considera que a candidatura do petista transcende interesses partidários e disse acreditar na vitória. “A gente vai poder celebrar, no Marco Zero, no final da tarde do próximo domingo uma vitória da democracia, da liberdade, e de um país que quer ver homens e mulheres sendo respeitados como um todo.” Os parlamentares ainda fizeram um convite para que os eleitores participassem de um ato em prol de Fernando Haddad, realizado nessa quinta, no Recife.
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